Milagres

O milagre do espinho da coroa de Jesus

Uma de suas características é a ferida na testa causada pela perfuração de espinho da coroa de Jesus, milagre atribuído à ela após ter permanecido orando na frente do crucifixo fervorosamente pedindo para sofrer junto com Jesus. Essa marca a acompanhou por 15 anos como símbolo de seu amor e fé, mas também causou-lhe muito sofrimento, uma vez que a chaga ficou aberta e ma-cheirosa. As irmãs do convento a isolaram em uma cela onde viveu isolada das demais monjas. Mas nem isso a abalou. Todo o sofrimento era oferecido à Deus.
Durante esse tempo de provação ela se autoflagelou com muitas penitências, muito jejum e muita oração mas nunca deixou de atender os pedidos daqueles que a procuravam pedindo intercessão e foi uma questão de tempo para que a sua fama de santidade se alastrasse.

Ida a Roma

Em 1450 foi proclamado Ano Santo e todas as monjas do convento iriam a Roma receber indulgências do Papa. Santa Rita também quis ir, mas devido a sua saúde frágil e a ferida em sua testa que continuava fétida foi proibida. Entrou em oração e pediu a Deus que tirasse a ferida temporariamente apenas para cumprir a peregrinação até Roma e assim foi prontamente atendida. Mesmo com dor e doente, seguiu a pé até Roma onde conseguiu as indulgências. Ao voltar para o convento, a ferida abriu-se novamente e agora haviam mais fiéis pedindo por intercessões diante de Deus.

Após esse episódio, a saúde de Santa Rita ficou mais debilitada e em determinado momento mal se alimentava, vivendo apenas da Eucaristia. Em nenhum momento deixou de ter junto ao peito um crucifixo e no dia 22 de maio de 1457 entregou sua alma à Deus. Na mesma hora, a ferida fechou-se e o mal cheiro deu lugar a um discreto perfume e seu rosto foi tomado por um sorriso de contentamento.. Seu corpo não foi sepultado e ficou exposto no oratório e está intacto na igreja anexa ao convento até os dias de hoje.

Palavras do Papa João Paulo II no centenário de canonização de Santa Rita de Cássia:

“Rita foi reconhecida ‘santa’ não tanto pela fama dos milagres que a devoção popular atribui à eficácia de sua intercessão junto de Deus todo-poderoso, porém, muito mais pela sua assombrosa ‘normalidade’ da existência quotidiana, por ela vivida como esposa e mãe, depois como viúva e enfim como monja agostiniana”

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